quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Homem é morto à facada em Gália


A Polícia Civil de Gália registrou anteontem, por volta das 22 horas, o primeiro homicídio do ano. Por motivos ainda desconhecidos, Rodrigo Maciel de Melo, de 28 anos, auxiliar de pedreiro, residente na Rua José Avato, 1195, no núcleo habitacional Jardim das Amoreiras, foi morto com uma única facada no peito. De acordo com a Polícia Civil, Melo era egresso do sistema prisional, tendo sido solto no final do ano passado.

O crime ocorreu na Praça Pedro de Toledo, no centro de Gália. Acionados pelo 190, os policiais militares chegaram ao local e encontraram a vítima caída com a lâmina da faca ainda cravada no peito. Foi acionada a ambulância de plantão da Prefeitura de Gália, mas a vítima já chegou ao Hospital São Vicente em óbito.

A polícia científica de Marília compareceu ao local e efetuou a perícia. O corpo da vítima foi enviado pela o IML de Marília para exame necroscópico. Em vista da inexistência de testemunhas, a Polícia Civil de Gália instaurou inquérito e realiza diligências para identificar o autor ou os autores do homicídio.

Moradores da Avenida Faustina pedem redutores para coibir alta velocidade dos veículos e carnificina


Veículos em alta velocidade ameaçam animais e pedestres

Lombada, também chamada de quebra-molas, é uma rampa usada em ruas e rodovias para a redução da velocidade dos veículos, formada por asfalto ou concreto. É comum nas cidades brasileiras. Caso o veículo passe rápido demais na lombada, poderá danificar o sistema de suspensão, ou até mesmo outras peças, dependendo do impacto. Assim, nos trechos com lombadas, os motoristas são obrigados a reduzir a velocidade.

É justamente esse resultado que moradores de um trecho da Avenida Faustina no jardim Nova Garça querem há algum tempo. A morte de dois cães atropelados anteontem reacendeu a questão. Todos reclamam da alta velocidade dos veículos que trafegam pelo local. Segundo eles, os motoristas irresponsáveis estão provocando uma verdadeira carnificina.

Num trecho de 100 metros na altura do cruzamento da Faustina com Luiz Mônici, quase todos os moradores já perderam animais de estimação atropelados. A mais recente vítima é o garcense Edson Martins, 27 anos, que reside na Rua Luiz Mônici 61, dono de dois animais mortos. Em ambos os casos ele conta que o veículo estava em alta velocidade, e os motoristas fugiram após atingirem os cães. Um deles morreu no local. E outro agonizou por várias horas, e não resistiu aos ferimentos.

“Trafegando em alta velocidade, sem qualquer controle, os veículos atropelam e matam os animais que estão na rua. O duro é que os motoristas nem pararam para ver o que tinha acontecido. Não importa se é um cachorro. É propriedade nossa e temos carinho por eles”, disse Edson, que define o trecho como um verdadeiro matadouro de animais de estimação.

Edson diz que o acidente, que já é lamentável por atingir um animal, poderia ser muito pior, se fosse com uma pessoa. Até agora foram registradas apenas morte de cães atropelados, mas ele teme que uma pessoa também possa ser vítima. A preocupação, segundo ele, é com as crianças que moram nas residências daquele trecho e brincam na rua. Não há nenhum redutor e para quem trafega no sentido Delegacia/Jardim Nova Garça, o trecho é uma descida íngreme. Durante o tempo que a reportagem permaneceu no local foi possível verificar vários motoristas pisando fundo no acelerador.

Segundo a moradora da residência 1.230 da Avenida Faustina, que a exemplo dos demais também perdeu animais atropelados, o problema não é de hoje, arrasta-se há anos, mas a situação se agravou talvez diante do maior número de veículos em circulação na cidade. A longa avenida também é opção para quem trafega do Bairro Labienópolis e Araceli sentido Distrito Industrial, o que a torna movimentada.

Os moradores dizem que abaixo assinado pedindo redutores já foi feito, no entanto, sem surtir efeito. Diante disso, decidiram usar a imprensa como forma de pressionar as autoridades. Para os reclamantes, redutores de velocidade já seriam suficientes para inibir os abusos. Segundo Edson, a velocidade atingida por carros e motos é bastante alta, e uma lombada obrigaria os motoristas a não serem tão imprudentes.

“Sem as lombadas a cada dia motoristas irresponsáveis se sentem mais estimulados a continuarem trafegando em alta velocidade por aqui, atropelando animais e pondo em risco a vida dos moradores, principalmente das crianças. Queremos providências para evitar que um dia aconteça uma tragédia. Hoje são os cachorros, amanhã pode ser uma criança”, alerta Edson.

Através da Assessoria de Relações Pública da Prefeitura, os responsáveis pelo Departamento de Trânsito e Secretaria de Obras informaram que vão analisar o casos e dar uma resposta para os moradores.

Aprovado. Prefeitura reajusta salário dos servidores em 7,5%

Dentro de uma política de recuperação e valorização do funcionalismo, administração municipal concede aumento e institui Vale-Alimentação melhorando o poder de compra da categoria

A Câmara Municipal de Garça, aprovou ontem, o projeto do Executivo que corrige o salário dos servidores e visa cumprir as metas estabelecidas pela atual administração para a recuperação salarial e a valorização do funcionalismo público municipal. O projeto de reajuste aprovado pela Câmara foi de 7,5%, e passa a ser incorporado ao salário dos servidores a partir da folha de janeiro, paga no próximo dia 25. O reajuste se estende ainda aos agentes da saúde e autarquias.
O projeto foi aprovado por unanimidade de votos. Participaram da sessão extraordinária os vereadores: Afrânio Carlos Napolitano, Graziela Manchini, Julinho Marcondes, Fábio Spok Bez, Eli da EliGás, Pedro Scartezini e Antonio Franco dos Santos (Bacana).
Conforme defendeu o prefeito em exercício, Rodrigo Funchal Barros, a política que vem sendo praticada pela atual administração busca atender as necessidades dos servidores municipais de forma a recuperar, gradativamente, o salário dessa laboriosa classe. Prova disso, no mês de dezembro último, a gestão implantou a concessão do "Vale Alimentação", no valor de R$100 pagos mensalmente, aos servidores ativos, bem como aos aposentados e pensionistas municipais.

Vale Alimentação
Este mês, o Vale Alimentação será efetuado no dia 25, em cheque separado ao do pagamento do funcionalismo. A partir de fevereiro, passará a ser feito através do "Cartão Alimentação", uma iniciativa inédita da Prefeitura Municipal em parceria com a Associação Comercial e Industrial de Garça (Acig), para aquisição de gêneros alimentícios, em estabelecimentos comerciais do município.
O Lei de autoria do prefeito Cornélio que representará um acréscimo de 14,7940% sobre o menor salário e 7,4046% sobre os vencimentos de quem recebe a maior referência. Se somados os respectivos percentuais, o reajuste dos servidores chegou a 22,294% para os enquadrados na categoria EGE 3 e de 14,9046% para os EGE 14. Estes recursos deverão fomentar a economia local, gerar empregos e valorizar o poder de compra dos servidores públicos municipais.
De acordo com Rodrigo Funchal, o projeto do Executivo dá aos servidores a possibilidade de compor a cesta básica com produtos escolhidos por eles, dentro de suas necessidades. Além disso, faz com que o recurso seja investido no comércio local.

Chuvas trazem muitos buracos para as ruas de Garça

As chuvas de janeiro chegou e com elas a tradicional dor de cabeça: os buracos. As chuvas já causaram estragos nas ruas de Garça, que apresentam diversos pontos com situação crítica. O quarteirão 2 da Rua Guarantã é sempre um ponto que merece bastante cuidado e atenção por parte dos motoristas. Vários buracos sempre aparecem e causam transtornos naquela rua tão movimentada.
Mas outros pontos da cidade também apresentam muitos buracos, como acontece na rua Oswaldo Moretti no Jardim Frei Aurélio, a Rua Carlos Ferrari após a escola SESI e na Rua Marcelino Rossini (foto), onde os buracos vão se multiplicando.
Segundo a Assessoria de Relações Públicas da Prefeitura, o trabalho de tapa buracos é contínuo, mas devido às fortes chuvas, o trabalho mais pesado e eficiente, será feito apenas no mês de fevereiro, quando o clima fica mais seco.

Carnê do IPTU começa a ser distribuído na próxima semana

Pagamento à vista terá desconto de 15%, até o dia 15 de fevereiro. Aumento foi de 6,5% em média.
Os carnês do IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano) chegarão aos correios para distribuição amanhã, dia 20. Porém como nos adiantou o Diretor de Departamento de Rendas Municipais da Prefeitura de Garça, Rivail Marcondes Resende, o correio deve começar a distribuir os carnês apenas na segunda-feira, dia 23.
Neste ano o IPTU teve apenas a correção do IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) e o aumento ficou na casa dos 6,5%. O valor venal também foi reajustado no mesmo índice.
A quantidade de carnês emitidos para esse ano de 2012, aumentou devido aos 3 últimos loteamentos ocorridos na cidade.
Os contribuintes podem pagar o imposto à vista, com desconto de 15% sobre o valor do tributo. A primeira parcela vence dia 15 de fevereiro. Quem preferir, também tem a opção de pagar normalmente a primeira parcela, e a partir da 2ª parcela optar pela quitação do carnê com um desconto de 10% do valor total restante, que vencerá no dia 15 de março.


Para quem fez o reparcelamento das dívidas em 2011, deverá aguardar a chegado do novo carnê. "O prefeito publicou um decreto prorrogando a data de pagamento das parcelas que venceriam em janeiro para até o dia 10 de fevereiro, para que não haja prejuízo a população", disse Rivail.
Os carnês de reparcelamento foram confeccionados juntos com os carnês do IPTU e estarão disponíveis no correio na mesma data.

Sacolas plásticas: apenas supermercados param no dia 25


A reunião foi dirigida pelo empresário Erlon Ortega, presidente da Apas

A preocupação do garcense com o meio ambiente chegou até a Associação Comercial e Industrial de Garça (Acig) que organizou na terça-feira, dia 17, uma reunião na sede da entidade para discutir o uso das sacolas plásticas na cidade.

Estiveram presentes Afrânio Carlos Napolitano, presidente da Câmara e o vereador Fábio Bez (Spok), a diretora de Meio Ambiente Deise Barbosa, o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Edmar Rosa Eduardo, o diretor do Procon em Garça Carlos Roberto Araújo, secretário de Administração Ricardo Barbosa, presidente da Associação Paulista dos Supermercados da Região de Bauru (Apas) Erlon Ortega, o presidente da Acig Luiz Carlos de Souza, além de representantes dos supermercados, açougues, padarias e dos mais variados ramos comerciais da cidade.

A reunião foi dirigida por Erlon Ortega que fez uma explanação sobre o assunto, e aproveitou para esclarecer dúvidas. “Não há uma lei específica sobre o assunto e sim um acordo entre a Apas e o governo do Estado para a substituição das sacolas plásticas por sacolas retornáveis. As sacolas biodegradáveis que custam R$ 0,19 são apenas um meio de apoio nesta transição. O objetivo não é substituir as tradicionais sacolas plásticas por sacolas biodegradáveis e sim substituir por sacolas retornáveis, aquelas de pano ou outro material que vai para casa e volta toda compra, evitando acumular mais lixo”, explanou. “Caso Garça venha aderir à campanha, deixará de descartar 11 toneladas de plásticos por mês. A campanha é pela conscientização e substituição, ficando o dia 25 (aniversário da cidade de São Paulo) marcado como data para a mudança. Lembrando que o saco de lixo é feito de material reciclável, por isso não entra nesse acordo da Apas”, finalizou Erlon.

O dr. Edson Godino, comerciante e diretor da Acig apoiou com ressalvas o assunto. “É totalmente plausível a atividade, acho que é o caminho, porém não veio junto às adequações para o comércio”, falou. O mesmo entende o comerciante e também diretor João Francisco Galhardo. “Todos irão seguir o bom senso e aí vai da conscientização de cada um, os supermercados estarão iniciando o processo que deverá ser continuado, esse é o caminho certo”, disse.

O diretor do Procon Carlos Roberto Araújo falou dos direitos dos consumidores. “Pelo uso e costume o produto tem que sair da loja embalado. Hoje pelo acordo dos supermercados, não dá o direito dos comerciantes lojistas vender sacolas plásticas comuns. Enquanto não tiver a lei ou o acordo assinado, os lojistas têm o dever de entregar a mercadoria embalada. Os supermercados já têm um acordo firmado por isso o caso deles é diferente”, explicou Araujo.

O presidente da Associação Comercial Luiz Carlos de Souza, se comprometeu a fazer outras reuniões para tratar sobre o assunto. “Temos que amadurecer essa ideia. Aqui foi apenas um pontapé para darmos continuidade numa conscientização geral da cidade, chegando ao ponto de colocar todo o comércio em sintonia. A princípio nada muda para os comerciantes, pois temos que ver as necessidades de cada um deles, como estoque, abastecimento de material apropriado para substituir as sacolas e nada disso levará menos de 6 meses para que seja amplamente discutido e resolvido”, falou o presidente.

Então para que todos fiquem mais tranquilos, no momento nada muda, apenas os supermercados estarão substituindo as sacolas plásticas por sacolas retornáveis no próximo dia 25. Essa é uma conscientização que com certeza veio para ficar e que mais dia ou menos dia surgirá uma lei estadual ou federal regulamentando o uso das sacolas plásticas.

O subgerente da Acig Fábio Dias agradece a todos pela presença. “A quantidade de associados presentes na reunião surpreendeu e deixou o espaço pequeno para alojar todos, mas atitudes como essa fortalecem a cidade e também a Associação que busca sempre trazer soluções para os mais diversos assuntos que envolvem a cidade e o comércio de Garça”, finalizou.

Uma nova realidade de plástico

Ela surgiu na vida do brasileiro lá nos anos 1970. E a novidade não tardou em conseguir um lugar de destaque na vida dos consumidores. As, até então, tradicionais sacolas de papel, caixas de papelão e carrinhos de feira, perderam seu espaço para as sacolinhas descartáveis. Práticas, eficientes e baratas, logo elas dominaram o cenário das compras e dos transportes de pequenos objetos. Por onde quer que se olhasse, lá estavam elas soberanas nas mãos de toda a gente.

Mas, infelizmente, a sua presença não se restringiu às nobres funções. O uso, e mesmo o descarte indiscriminado, transformou as sacolinhas de polietileno confeccionadas a partir de derivados de petróleo, em grandes vilãs.

Despejadas no meio ambiente sua decomposição pode demorar algumas centenas de anos. Pesquisas indicam que esse período é oitocentas vezes maior que o necessário para a natural eliminação de materiais como papel ou papelão. Se o lixo orgânico, por exemplo, pode levar entre 2 meses e um ano para se decompor naturalmente, os plásticos permanecem impávidos, sem agentes como minhocas, fungos e bactérias que façam esse serviço.

Ao boiar em rios e mares, provocam a morte de peixes por asfixiamento. Nos lixões e aterros sanitários elas dificultam a degradação de outros materiais e na época das fortes chuvas entopem bueiros e contribuem para as enchentes.

Afinal diante de tantos malefícios, a sacolinha não é, definitivamente, um demônio em forma de plástico? A resposta é: claro que não!

Os maiores problemas residem na maneira indiscriminada de seu uso e, posterior descarte, sem o menor cuidado e responsabilidade por parte expressiva da população brasileira.

Acredito que entre a sua proibição total como prevê a lei paulistana e a iniciativa da APAS, fico sem dúvida com a segunda. Nada melhor do que “pesar no bolso” para fazer com que os “menos conscientes” pensem duas vezes antes de lançar mão de mais sacolinhas ou até mesmo jogá-las em qualquer lugar.

Por outro lado, é importante também beneficiar o cliente com a nova medida, não só com o apelo de “salvar o planeta”. Como? Em primeiro lugar premiando aqueles que utilizarem sacolas retornáveis, pois a sensação legítima dos clientes é a de que com a cobrança, os supermercados irão “ganhar mais dinheiro” e toda a iniciativa não passaria de apenas mais uma forma de engordar os lucros.

As grandes cadeias varejistas são potenciais transformadoras na busca de uma sociedade mais justa e sustentável, mas as ações precisam ser bastante claras quanto aos seus objetivos. Quanto melhor informados e beneficiados nas boas atitudes, mais fiéis serão os consumidores. Dessa maneira, se todos estiverem sintonizados e conscientes, aí sim, poderemos dizer que estamos juntos na luta pelo futuro do planeta.

Educação de Garça abre inscrições para o Brasil Alfabetizado


Professora entrega diploma a aluna durante festa de encerramento do programa

A Secretaria Municipal de Educação da Prefeitura Municipal de Garça está com as inscrições abertas para o Programa Brasil Alfabetizado, uma realização em parceria com o Ministério da Educação do Governo Federal. As inscrições dos interessados podem ser feitas numa das escolas da rede municipal, ou diretamente no Centro de Referência em Educação. “As pessoas que quiserem se inscrever para as aulas de alfabetização devem procurar um desses locais para a realização da matrícula, portando um documento pessoal que comprove a sua idade superior a 18 anos”, informa a secretária municipal de Educação, Estela Mancini.

O MEC realiza, desde 2003, o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), voltado para a alfabetização de jovens acima de 18 anos, adultos e idosos. O programa é uma porta de acesso à cidadania e o despertar do interesse pela elevação da escolaridade. O Brasil Alfabetizado é desenvolvido em todo o território nacional, com o atendimento prioritário aos municípios que têm a demanda por alfabetização. Esses municípios recebem apoio técnico na implementação das ações do programa, visando garantir a continuidade dos estudos aos alfabetizandos.

Preocupada e comprometida com o desenvolvimento educacional da população, a Prefeitura de Garça aderiu ao Brasil Alfabetizado em 2009, com a meta de erradicar o analfabetismo no município. Em 2011, 180 pessoas foram beneficiadas com o programa, e para esse ano mais dezenas de vagas são oferecidas. De acordo com Estela Mancini, as salas serão montadas de acordo com a demanda, obedecendo o critério mínimo de 7 turmas na zona rural e 15 na zona urbana. A alfabetização ocorrerá no período de 8 meses, com uma carga horária de 12 horas semanais. Segundo levantamento feito antes da implantação do programa, existiam aproximadamente cerca de 4.300 pessoas analfabetas com idade acima de 15 anos em todo o município, incluindo cidade e zona rural. O objetivo da Educação é identificar estes indivíduos e implantar salas de aulas para atendê-los, oferecendo aulas enfocando o ensino básico (ler e escrever).